quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Não sinto pena, não sinto remorso, não sei perdoar, não sou quem você pensa, sou quem você menos imagina, não sou especial ou anormal, sou diferente, ou quem sabe só me sinta assim, talvez seja igual a todos, e todos sejam igual a mim.
“Lâminas machucam, rios são podres, ácidos maculam, drogas causam horrores, armas são proibidas, laço pode desprender, gases são coisas fedidas…É melhor viver.”
                                                    — Garota, Interrompida.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Você tem a vida inteira pra me devorar!

Sem amor, sem nada. Só flerte. É mais fácil, tolerável!

Acabou. Somos amigos agora... Tudo o que mais queriamos se tornou uma realidade palpável, mesmo que de mentira.
Somos amigos. Agora nos tornamos duas pessoas que se conhecem tão bem, mas tão pouco, e vamos assim, nos tornar melhores, ou piores pessoas. Ah! Eu percebi isso agora, nessas dez horas que passei com você, ou menos que isso. Sim, menos que isso! Eu percebi que vamos agora fazer coisas que amigos fazem. Amigos de verdade, eu digo. Não somos mais aquele casal desajeitado e que não se encaixava em nada, agora somos só eu ou só você. Nada que nós una! Nada que nós separe! O fio que havia, você se lembra dessa nossa teoria? Foi totalmente quebrado, o fio do amor. Agora, um novo foi criado: O da amizade, concordas comigo? Internamente eu sei que sim... Desculpe, tudo que fiz deu nisso, afinal. E assim, é melhor. Sem amor, sem nada. Só flerte. É mais fácil, tolerável!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aquele que se foi.

Esse não é mais um texto sobre mim. Ou mesmo sobre minhas desilusões amorosas. Não! É sobre ela.
Estávamos sentadas na porta da rua, conversando sobre nada e ao mesmo tempo sobre tudo. Ela tentava não chorar, por ele, ou a falta dele. Eu sabia que mais um pouco e ela estaria se acabando em lágrimas. Duas semanas é muito pra ficar deprimida por alguém, imagina três meses. E perder peso, quantos quilos mesmo? Aí foi quando ela conheceu aquele poderia ter feito bem, mas que agora, depois de ter passado, fez mal.
Sabe, não você não sabe! Ninguém sabe! Eu não sei, na verdade. Só ela que sentiu é que sabe o quanto que dói saber que ele é aquele que se foi. Pra sempre.

domingo, 13 de novembro de 2011

No escuro.

Não foi normal. Foi chato. Estranho. Deprimente.
Eu não sabia muito bem o quê fazer, afinal de contas aquilo era, uma tortura. Ele talvez esteja só dizendo a verdade, mas ele estava bêbado. Eu estou errada em dizer que isso é um insesto? Eu vou dizer que não para confortar a mim e a ele mesmo. Eu poderia ter negado, mas eu também queria.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mundo

Todos dizem: 'Por que você ainda ouve isso? Se você está mal não querer-ia ouvir algo que a animasse? Eu não entendo'. Quem disse que eu não estou bem? Quem foi que disse que eu quero ficar animada? E quem disse que é necessário que vocês entendam? Não, ninguém disse, eu acho.
Não é porque a música é triste e totalmente deprimente, que eu não me sinto animada ou até mesmo bem -algumas vezes- com ela. Não! Eu me sinto melhor, me sinto alguém e de todas as coisas mais importante me sinto acolhida... Como se por alguma razão ainda desconhecida, eu fosse eu mesma. Mesmo depois de ter perdido a razão de ser eu mesma, se é que alguma vez fui. Sabe, eu poderia agradecer por se preocupar, mas, não! Isso é o que não quero. Eu não quero ninguém se preocupando comigo, porque sei que posso cuidar de mim. E agora que o pesadelo já terminou (talvez) eu posso me sentir de novo eu. Sabe, eu vou fingir que passei por uma fase, e vou esconder novamente a pequena e muito feia face de mim que me dá medo e não me torna em nada melhor, e sim pior... Eu só queria poder fazer com que vocês entendam que de uma forma ou de outra, aquele "Mundo" é onde eu me sinto bem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Carta n: três.

     Minha querida amiga,
iria lhe escrever dizendo-lhe: "me sinto tão bem, tão viva e tão feliz, como em nenhuma época jamais me senti", mas desisti. Eu estaria mentindo, tanto pra você quanto pra mim. E isso, não é de meu feitio. Ou é. Pela ao menos quando diz respeito a não querer preocupar aos outros... Talvez.
 Minha cara, estou totalmente nostalgica e melancólica neste momento de minha triste vida. Não estou exagerando, de modo algum... Estou me sentindo uma inútil por meu bloqueio estar a me impedir de escrever meus textos, e por vezes eu os deixo inacabados, quando ao menos os começo. Amanhã irei ver um filme, e tenho a sensação de quê ficarei totalmente arrependida, mas verei assim mesmo. Estava ouvindo uma música, que a muito não ouvia, e me dediquei totalmente em forçar minha memória a lembrar-se da letra.
  Neste momento estou tentando, sem sucesso, conseguir me lembrar de assuntos que possam, de algum modo sem graça, encher está carta. Eu sempre me esqueço de mencionar o fato de que eu adquiri novos livros, e de quê "Orgulho&Preconceiro" está entre eles. Mas, sobre isso falamos uma outra hora.
  Ah! Sim, claro. Já ia me esquecendo de mencionar o fato de que eu sou a diretora da peça que minha sala está produzindo, e o tema é: "A Chegada da Família Real ao Brasil" eu estou sufocada e com os nervos em frangalhos por conta da peça. Os rapazes da minha sala não respeitam de forma alguma minhas ordens, que são tão tolas, pra o bom andamento da peça... Mas, que isso deixe de me preocupar logo.
  Minha querida, não tenho nada mais a dizer, e acho que está carta, foi desta vez, mais longa que qualquer outra que já lhe escrevi, e vou escrever, penso eu. Bem, até o mês que vem, e com todo o meu amor, peço que fiques bem e que nada de mal lhe aconteça... Felicidades da sua amada amiga, Lynn Jones.