segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Carta n: três.

     Minha querida amiga,
iria lhe escrever dizendo-lhe: "me sinto tão bem, tão viva e tão feliz, como em nenhuma época jamais me senti", mas desisti. Eu estaria mentindo, tanto pra você quanto pra mim. E isso, não é de meu feitio. Ou é. Pela ao menos quando diz respeito a não querer preocupar aos outros... Talvez.
 Minha cara, estou totalmente nostalgica e melancólica neste momento de minha triste vida. Não estou exagerando, de modo algum... Estou me sentindo uma inútil por meu bloqueio estar a me impedir de escrever meus textos, e por vezes eu os deixo inacabados, quando ao menos os começo. Amanhã irei ver um filme, e tenho a sensação de quê ficarei totalmente arrependida, mas verei assim mesmo. Estava ouvindo uma música, que a muito não ouvia, e me dediquei totalmente em forçar minha memória a lembrar-se da letra.
  Neste momento estou tentando, sem sucesso, conseguir me lembrar de assuntos que possam, de algum modo sem graça, encher está carta. Eu sempre me esqueço de mencionar o fato de que eu adquiri novos livros, e de quê "Orgulho&Preconceiro" está entre eles. Mas, sobre isso falamos uma outra hora.
  Ah! Sim, claro. Já ia me esquecendo de mencionar o fato de que eu sou a diretora da peça que minha sala está produzindo, e o tema é: "A Chegada da Família Real ao Brasil" eu estou sufocada e com os nervos em frangalhos por conta da peça. Os rapazes da minha sala não respeitam de forma alguma minhas ordens, que são tão tolas, pra o bom andamento da peça... Mas, que isso deixe de me preocupar logo.
  Minha querida, não tenho nada mais a dizer, e acho que está carta, foi desta vez, mais longa que qualquer outra que já lhe escrevi, e vou escrever, penso eu. Bem, até o mês que vem, e com todo o meu amor, peço que fiques bem e que nada de mal lhe aconteça... Felicidades da sua amada amiga, Lynn Jones.

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