É saudades daquelas que mata. Aperta. Desata.
Ofende o coração e não pede licença pra chegar. É daquelas que faz doer, mas uma dor boa, dor de amar.
É saudade que faz sorrir ao lembrar, e entristece de pensar que com o tempo, a saudade vai crescendo mais e mais, e com a pressa mas sem tempo, não dá pra matar.
O que eu sinto, é aquele tipo de saudade, que dá vontade de correr e trazer tudinho pra dentro. Que é pra levar a pessoa pra sempre dentro de si. Que é pra não ter mais pressa de esperar.
O que eu sinto, não é saudade, é angústia por saber, que no fim, eu ainda acho, que no começo, tudo era por ser. O que eu sinto, é saudade, do tempo que erámos eu e você. Sem essa Maria, essa Gabia, e esses, Viniucius, e esses outros aí que nem gosto de lembrar.
O que eu sinto, é medo. Ah, querido! É medo de que me esqueça, de que me deixe, de que... eu não seja mais a mesma pra você. E você pra mim. O que eu sinto é vazio. É querer chorar, mas sem ter lágrimas. É tudo tão farto demais!
E por tudo isso, e mais alguns "issos" que não deu pra descrever, o que eu sinto não tem nome. Ou melhor, tem: IGOR.
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