quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Longe.

Vou deixar o celular sobre a mesa e talvez um bilhete grudado com um imã na porta da geladeira, mas não direi pra onde vou. Fugirei de você, da ‘antiga eu’, do mundo, vou pra longe. Volto daqui alguns dias, semanas ou anos, não me espere mas deixe a porta dos fundos aberta, por precaução. Vou me cuidar, eu prometo. Fique bem, porque mesmo distante continuarei te amando.

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