Espere. Só mais uma dose, hmm, bom. Isso é muito bom.
Último gole, prometo. Verdadeiramente o último gole. Sai do bar pisando firmemente embromando as pernas. A rua está vazia e o frio é cortante. Se embola na jacketa de couro, sabendo que não dá em nada, e anda, fazendo com que os pés em contato com o atrito faça barulhos carentes. Sobe no meio fio e começa a andar como nos tempos de criança. E se lembra dos tempos de criança. Caminha até um banco e se senta. Deita. Adormece ao som da própria voz.
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