domingo, 4 de setembro de 2011

“A casa não era tão quieta. Entre as paredes, os móveis, a nossa ternura ecoava. A nossa desordem estava sempre visível. O nosso gosto marcante no ar. Este colchão não foi feito para a minha solidão. O colchão foi feito para suportar o nosso peso, as nossas dores, a nossa paixão. E mesmo que pareça pequeno, foi feito para acomodar dois, dois pedaços tortos de um inteiro com simetria perfeita. Então garoto, vem acabar com o sossego do deste colchão. Devolve teu suor, teu cheiro e as marcas do teu corpo aos meus lençóis. Porque o meu colchão chora todas as noites pedindo pelo nosso calor, o nosso amor.”
“A casa não era tão quieta. Entre as paredes, os móveis, a nossa ternura ecoava. A nossa desordem estava sempre visível. O nosso gosto marcante no ar. Este colchão não foi feito para a minha solidão. O colchão foi feito para suportar o nosso peso, as nossas dores, a nossa paixão. E mesmo que pareça pequeno, foi feito para acomodar dois, dois pedaços tortos de um inteiro com simetria perfeita. Então garoto, vem acabar com o sossego do deste colchão. Devolve teu suor, teu cheiro e as marcas do teu corpo aos meus lençóis. Porque o meu colchão chora todas as noites pedindo pelo nosso calor, o nosso amor.”

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