quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Ah! Sim, minha covardia.
Eu poderia ter pego o resto de dignidade que eu ainda tinha e ter saído dizendo que não sou uma covarde. Mas, de que me adiantaria mentir? Eu só estaria gastando palavras e saliva com uma coisa que nós dois sabíamos que era totalmente verdade. Eu era uma covarde. Covarde por não querer acreditar que eu posso tentar de novo. Covarde por não querer tentar, de todas as formas cabíveis, encontrar um outro alguém que me queira também. Mas, sabe o quê é? Eu tenho medo. Eu já sofri tanto, e ainda sofro, não me vê agora? Eu estou um trapo, e mesmo assim, eu tento seguir. Pena não estar tendo muito sucesso. Ah! Como eu queria poder gritar a muitos pulmões o quanto eu amo você, e o quanto você ainda faz parte da minha vida. Ah! Se eu pudesse. Ei, falávamos sobre? Ah! Sim, minha covardia. Então... Sou covarde. Sei-o bem, não havia necessidade de me dizer aquilo, porque afinal de contas, o posto de covarde nunca fora meu, deveria ser agora por que? Só porque não acredito que possa mais ser uma completa feliz? Me desculpe, eu só parei de tentar, há algum tempo. Como já disse, a felicidade não me faz bem.
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