Ela não sofria. Não ria. Não chorava. Não sentia.
Quando Lynn saiu ás três da manhã de um bar na avenida que ainda não conseguia lembrar o nome, ela avistou um banco que ficava na esquina e deitou-se, bêbada, fechando os olhos e escutando os sons da noite.
Os sons da noite eram pesados, pelo ritmo constantemente turbulento da cidade, mas de forma nenhuma, feio.
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